Contadora de histórias e pesquisadora

O gosto pela literatura, pela cultura popular o querer saber mais, me levaram a uma busca pelo nosso folclore, ciência da psicologia coletiva cultural geral do homem e da tradição.

Ao lado da literatura, do pensamento letrado, correm as águas paralelas da memória e da imaginação popular que nos levam a viajar pelo mundo encantado.

Os contos de fadas são repletos de arquétipos, um verdadeiro tesouro de sabedoria sobre os combates particulares e os papéis públicos.

Contar histórias é coisa séria, significa dividir sonhos, imaginação e fantasia. Talvez aí esteja a explicação para a aura de encantamento que, ao longo dos anos, sempre cercou a figura do contador de histórias.

O contador de histórias trabalha com a palavra e a palavra tem a sua própria magia.

 Contar histórias é um prazer imenso seja conto autoral, popular, lendas, mitos....

 

 

Íris Ribeirinho Serôdio